Um laboratório de composição multi-agente entre pares. Cada peça nasce de um pipeline que você desenha — letrista, prosodista, arranjador, timbrista, curador cultural, crítico — e de um território que só você conhece de verdade. Sem sample de terceiros. Sem folclore de fachada.
O storage canônico é o seu repositório. A plataforma indexa e orquestra — nunca hospeda sua obra nem escreve nela.
Sua chave, seu custo, seu controle. Cada participante roda com a própria conta Anthropic. A plataforma nunca paga inferência por você.
Todo prompt fica registrado. Log JSONL append-only, com hash de cada resposta — auditável por qualquer pessoa do grupo.
Cinquenta e tantas pessoas que já usam Claude todos os dias, postas para fazer o que normalmente não fazem: compor música com uma arquitetura de agentes que elas mesmas desenham. O ponto não é o produto sonoro — é comparar, entre 50 pipelines diferentes, o que realmente funciona quando você especializa prompts, desenha topologia e mede o resultado.
Cada peça carrega uma âncora cultural declarada pelo próprio autor — o bairro onde cresceu, a língua da avó, o som que ninguém mais grava. Isso não é enfeite de abertura. É o corpus.
Use os seis, corte alguns, adicione papéis próprios. A topologia — quem fala com quem, onde há loop de feedback — é parte do que você submete e do que o grupo discute.
Escreve a letra a partir da âncora e das restrições léxicas declaradas.
Análise silábica e tônica. Aponta colisão métrica, não reescreve nada.
Estrutura formal, andamento, camadas — a partir da letra e da prosódia.
Mapeia seus áudios de campo em camadas. Não gera áudio — escreve o plano.
Veta ou aprova por coerência com a âncora declarada. Contra folclorização.
Marca lugar-comum, poetismo vazio, mímica de tradição sem lastro real.
Você usa sua própria conta Anthropic. A plataforma não paga inferência por ninguém.
Nenhum trecho de música existente entra na peça, sob nenhuma justificativa. Só áudio gravado por você.
Nada de paráfrase de letra conhecida, nem "no estilo de". A âncora cultural é tema livre — a melodia e a letra de outra obra, não.
Captado nos últimos 30 dias — celular basta. Sino, maré, feira, voz de alguém que você conhece.
Todo run gera JSONL append-only, com hash de cada resposta, commitado no seu repositório. Sem log, submissão inválida.
Ajustável em pipeline.license se você souber exatamente o que está fazendo.
O pipeline vive no seu repositório, sob a licença que você escolhe. A plataforma só lê, indexa e orquestra.
Cada participante posta, no canal do grupo, um áudio de campo bruto — sem música ainda. Declaração pública de intenção.
Desenho do pipeline, escrita dos prompts, iteração. Checkpoint semanal opcional: 15 segundos + trecho do prompt log, para feedback dos pares.
Todo mundo entrega no mesmo dia. Ninguém escuta antes — abre tudo junto.
Escuta coletiva por playlist curada. Bloco de fork ao vivo: forke o pipeline de outra pessoa, mude uma coisa, rode de novo com áudio captado no local.
Fork do pipeline-template no GitHub. Vem com os três agentes base já escritos.
Território real, léxico obrigatório e proibido, em fcm.yaml.
No editor visual da plataforma ou direto no YAML. Valide antes de rodar.
Local, via Actions, ou modo plataforma. Log commitado, pipeline indexado.
Não. A peça pode ser inteiramente feita de camadas de áudio de campo tratadas via plano do Timbrista, texto e voz. Nenhum instrumento convencional é exigido.
Pode. Os seis papéis canônicos são o ponto de partida, não um teto. Topologias exóticas são bem-vindas — e são exatamente o que a curadoria em playlist mais discute depois.
Continua sua, sob a licença que você escolheu em fcm.yaml. A plataforma nunca fica com direitos sobre o que você produz — só indexa a referência ao seu repositório.
max_iterations é obrigatório no manifesto. O executor interrompe automaticamente ao atingir o limite — trave não é permitida por desenho.
Sim — a plataforma e as quatro semanas de composição são remotas. O encontro presencial é o fechamento, não o requisito de entrada. Sua âncora cultural pode ser de qualquer território real que você conheça de verdade.
O desafio não julga a música pelo quanto agrada. Julga pelo que o pipeline revela sobre como você pensa com Claude.